segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Saindo da inércia

Lendo um post no blog da minha amiga Renatha, encontrei respostas para perguntas que há tempos me faço. Através do maravilhoso texto por ela escrito e publicado, entendi que as minhas maiores falhas não estavam nas escolhas erradas que fiz, ma principalmente no péssimo hábito de achar que era jovem ainda, e que dispunha de tempo para realizar posteriormente.
Com 12 anos recebi um convite para ir jogar futebol em outro estado, não fui achando que haveria tempo pra fazer isso depois, ainda era muito jovem, optei pro ficar ao lado da família e amigos, e o tempo não perdoa.
Tempos depois, mais velha, dividia meu tempo entre faculdade pela manhã, handebol a tarde e curso técnico a noite, mas não me preocupava em correr atrás de experiência profissional, me julgava jovem ainda, e com tempo para resolver isso mais tarde.
O tempo passou, não fiz nada com os diplomas que conquistei, pensando que haveria tempo mais para frente para decidir com calma que rumo seguir.
Quando entrei na faculdade de Jornalismo, pensava que ainda era jovem, e que tinha tempo para continuar fazendo cursos atrás de cursos, até a hora que encontrasse uma profissão que me encantasse.
Arrumei um emprego bom, em uma das áreas que havia estudado, e na primeira dificuldade, resolvi que não queria esquentar minha cabeça, e pedi demissão, de um emprego de excelente salário e carga horária favorável, eu julgava que teria tempo para correr atrás disso no futuro, que teria tempo para conseguir outro emprego tão bom quanto, afinal, eu ainda era jovem.
Foi este também o pensamento que me encorajou a trancar a matricula na faculdade de jornalismo, acreditar que eu era jovem, e que haveria tempo para retomar tudo mais para frente.
E ontem, ao ler o blog me dei conta de que abri das melhores e maiores oportunidades da minha vida, por falta de maturidade, por achar que ainda era jovem demais e que haveria tempo para realizar tudo futuramente.
Da 1ª ocasião que citei, quando eu tinha 12 anos até o presente momento, se passaram 17 anos, ea juventude que antes parecia eterna hoje é um acelerador do tempo, que vem me mostrar dia após dia que eu não tenho tempo, que eu nunca tive o tempo que pensei ter, pois na roda da vida, a marcação de tempo útil é uma só, e cham-se agora!
E deste post, conclui que  errei também quando julguei ter perdido definitivamente as oportunidades, não sou mais jovem como no tempo do futebol ou da faculdade, tão pouco tenho a vida sossegada que tinha antes, mas hoje, ainda é tempo suficiente para eu construir, para eu plantar a tempo de colher os frutos do meu plantio.
A maturidade veio, e não veio de forma suave, e mesmo assim demorei para enxergar que no calendário da vida, o tempo hábil não é o amanhã, e sim o agora.


Re, obrigada pelo chacoalhão...sai da inercia!

sábado, 13 de agosto de 2011

C.I. Lucy Franco Motoro - Maternal I-B

Tias do Maternal I-B

Recebam este recadinho como forma de agradecimento, pelos cuidados oferecidos a minha pequena Vitória, que é a luz da minha vida.

Ser mãe não é tarefa fácil, mas abracei essa missão com alma e coração. Antes da Vitória, vieram o Pedro e a Maria Luiza, que quis Deus que partissem sem que eu pudesse ter o prazer de trazê-los para casa.
E quando eu já pensava em desistir, papai do céu me mandou a Vitória para me dar vida nova.

Voltando da escola
E vocês tem tornado essa vida nova muito mais alegre e emocionante.
A cada nova conquista da minha pequena, a cada novo aprendizado meu coração transborda de alegria.
Vestida para o 1° dia de aula
O brilho nos olhos da minha filha ao falar das Tias, dos coleguinhas, a alegria ao contar do dia que passou na escola, são coisas que palavra nenhuma que eu escrever ou pronunciar, possa expressar a grandeza do meu agradecimento.
Porém, apesar de simples, recebam o meu muito obrigado, pelo bem incalculável que fazem a Vitória, que é a razão da minha vida, a motivação da minha luta, a recompensa pela minha não desistência.
Á vocês, o meu carinho, a minha admiração e total respeito.
Através do competente trabalho de vocês, pude e posso viver momentos inesquecíveis.
Meu 1° dia das mães
Nossa 1ª festa Junina


Meu 1° dia dos pais.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Quando a maternidade não resolve

Depois que deixei meu lado anti social de lado, e passei a me comunicar mais com as pessoas, conheci mais mães que vivem que na mesma situação que eu, ou seja, solteiras e com seus filhos para criarem.
Muitas delas nem se quer recebem a pensão de seus filhos, e tantas outras quase nem se lembram do rosto do pai de seus filhos.
Neste mundo de mães e filhos solteiros, afinal, as situações de peso e dificuldade apertam não só para as mães, mas para os filhos também, nesse mundão, descobri a minha maior fraqueza, que é a de nada poder fazer quando a minha pequena chama pelo pai.
O pai da minha filha é um mutante, porque em determinado tempo é presente, pai competente, paga pensão, dá presente, no momento seguinte, desaparece,  e passa a aparecer 1 vez por mês, no dia da pensão, numa visita relâmpago, promete o mundo e não cumpre nada.
Nesse meio campo confuso, minha filha, que quer ligar para o pai todo dia, chama por ele, cobra de mim o porquê do pai ter dito que vinha e não ter aparecido, e eu sempre com a mesma desculpa, seu pai esta trabalhando filha. Essa era a desculpa, até ela aos dois me dizer, mas você trabalha e está aqui.
Pedi forças pra Deus, e expliquei que o trabalho dele é diferente, cansa mais, e é muito longe, mas no fundo eu queria ter respondido que neste jogo, somos somente nós duas, que o pai dela não vem vê-la porque não quer, afinal, não perde um final de semana de futebol, mas não respondi, mais uma vez contornei a situação.
Ai me vi diante de uma situação que a maternidade de nada vale, pois não é a minha ausência que ela sente, eu estou sempre presente, não existe emprego, compromisso, doença que me faça perder os momentos de minha filha, que me faça sair do lado dela, me senti impotente.
Nada tem tanta capacidade de ferir o coração de uma mãe, do que aquilo que atinge o coração de seu filho. E é o que esta acontecendo aqui em casa, a raiva que o coração da minha filha não conhece, esta nascendo no meu coração, a cada choro, a cada promessa que o pai faz e não cumpre.
Dia 13 na escolinha dela tem a festa do dia dos pais, e o pai dela disse que não sabe se vai poder ir porque tem que trabalhar, engraçado, se fosse uma partida de futebol, ele já teria conseguido dispensa, ou inventaria uma dor de estômago pra ficar em casa.
Fico vendo uns pais que levam os filhos ao parque, a escola, que brincam, que interagem, e sinto por ter escolhido tão mal o pai para a minha filha.
Mas, quando a maternidade não resolve, o amor ameniza!

domingo, 7 de agosto de 2011

Brincadeirinha

Num comentário deixado no meu blog, minha amiga Renatha  me aviosu de uma brincadeira que tinha lá pra eu fazer, demorei pra ver, mas não vou deixar de brincar..lá vou eu.
A brincadeira é que eu devo relacionar dez coisas das quais eu gosto muito, então, deixa eu ver:

  1. Ser mãe - gosto, amo, muito, não sei como seria minha vida sem a maternidade como parte dela, sem minha filha na minha vida;
  2. Minha casa - adoro estar em casa, de bobeira, só eu e minha pequena. Qdo tenho a aoportunidade de ficar sozinha em casa, rs, dou um jeito de trazer minha filha pra perto para ficar comigo;
  3. Brincar - amo brinquedos, e ser mãe só ajuda no quesito brincadeira;
  4. Colecionar carrinhos - gosto muito, miniaturas, controle remoto, flexão (minah filha destruiu a maioria, mas come la eu não briguei, não doeu);
  5. Trabalhar - não importa no que, desde que reflita em beneficio a alguem, adoro trabalhar no hospital por isso, muitas vezes a unica visita que o paciente recebe é a nossa, ai eu bato papo, animo, e saio com a ensação de missão cumprida;
  6. Estudar - adoro descobrir coisas novas, estar sempre aprendendo e aprendendo;
  7. Futebol - se eu pudesse jogava e assitia futebol todo dia;
  8. Amigos - estar na companha dos meus amigos é algo que amo, passaria um dia todo jogando conversa fora, rindo, e até mesmo em silêncio na companhia dos amigos;
  9. Conversar - falo pelos cotovelos e adoro falar, me comunicar;
  10. Internet - já não sei ficar sem.

Agora devo indicar outros bloqueiros para a brincadeira:

A vida de uma tentante

Relacionamentos, vida & cotidiano

Brincando a gente aprende

domingo, 24 de julho de 2011

Ausência e conquistas

A uma semana mudei totalmente a minha rotina, de um emprego passei a dois, de 6 horas trabalhadas por dia passei a 18, e de mãe sempre presente passei a uma mãe quase 'presente', e essa mudança me rendeu as mais diversas perguntas e questionamentos.
Confesso que no inicio quando os questionamentos começaram até me senti culpada, mas depois pensei comigo mesmo, mas tudo tem um propósito justamente voltado ao conforto da minha filha, fora as diversas vezes que pensei, 'o que esse ser tem a ver com a minha vida e as minhas escolhas'.
Tirando o cansaço, o que tem me incomodado mesmo é a falta de tempo para ficar com minha filha, porém, notei que a qualidade de nossos poucos momentos aumentou em ambos os lados, Vitória não fica aprontando o tempo todo, mas brinca mais comigo, carinhosa ela sempre foi, mas confesso que estou ganhando muito mais beijinhos, abraços, eu te amo e vc é linda.
Ao final dessa primeira semana de maior ausência, minha gatinha, com apenas dois anos e quatro meses me surpreendeu, tamanha a compreensão dela sobre o que esta acontecendo.
No dia da minha folga do hospital, em que passamos o dia todo juntas e só fui trabalhar a noite na fábrica, conversei com ela sobre o porque de estarmos nos vendo pouco, no dia seguinte quando cheguei em casa pela manhã, lá estava minha gatinha no portão me esperando, entramos, fui tomar banho e ela foi junto, quando saímos do banho ela me disse, mamãe, deita ai na cama que eu vou fazer massagem em você pra descansar. (adorei a massagem).
Disse para ela que estava precisando mesmo, mas que não podia descansar muito, pois eu tinha que limpar a casa, mas com a massagem da gatinha acabei pegando no sono, e quando acordei, ouvi um barulho de agua, quando desci da cama pisei naquele monte de agua no chão, até pensei em brigar com ela, mas calei e esperei ela me dizer o que estava fazendo, e maior foi a surpresa quando ela me disse: oi mamãe, pode descansar mais um pouquinho, eu tô limpando a casinha pra vc, e la estava ela com a vassourinha dela esfregando a agua no chão.
Engraçado, enquanto tantos adultos me questionam, a minha pequenina me compreende e até ajuda.
Pretendo ficar nesta rotina dobrado só até o final do ano, tempo suficiente para a ampliação da minha casa, que trará mais conforto, e tempo para eu colocar em prática a festa de natal que estou querendo dar para a minha pequena.
Respondendo a quem perguntou, como eu consigo deixar a minha filha pro tanto tempo, respondo:
Eu não consigo, mas tento e tento, e penso nela, e levo no celular fotos e gravações de conversas dela, e isso me dá energia para não desistir.
Consigo insistir na batalha porque sei olhar para o passado, quando ela ainda era um bebê, e faltou agua, luz, fralda e leite, quando não apareceu ninguém para me perguntar, como eu conseguia passar por tudo aquilo acreditando tanto que daria certo, consigo quando penso no imenso amor que tenho pela minha filha e na falta de conforto de nossa casa, consigo, porque uso meu tempo para cuidar da minha vida e da minha família, e trabalhar é uma forma de cuidar da família, acreditem.
Já a quem me questionou sobre como eu aguento a rotina pelo cansaço que ela me causa, respondo:
Se eu tiver a certeza de que minha filha será plenamente beneficiada pelo meus esforços, sem que seja prejudicada em nada, dobraria a rotina, triplicaria, pois por ela, até o cansaço pode ser deixado de lado.
 E para os poucos que entenderam e me deram força, obrigada, esta sendo mais fácil do que eu imaginava, porque ainda tenho tempo para trabalhar, descansar, cuidar da casa e da filhota, e tudo com qualidade, com dedicação.
Querer melhorar, querer crescer é uma energia que vem crescendo dentro de mim, que vem criando sonhos, sonhos estes que comecei a realizar.
Na dificuldade sem notar, fiz da minha filha a minha amiga e ela me fez sua amiga também, brincamos juntas, assistimos desenhos, conversamos, brigamos, mas principalmente, nos entendemos, pois mais que mãe e filha, somos cúmplices em um amor sem limites e sem vergonha de se demonstrar constantemente.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Fragmentos e Retalhos



Saudades
 
Família de Amigos


 Depois que tornei-me mãe, passei a sentir a vida de uma forma diferente, a vê-la sob um novo ângulo.
E passou a ser impossível sonhar a vida de forma individual.
Olho para o passado (apesar de dizerem que quem gosta de passado é museu, eu digo que olhar para o passado é necessário para não perder o foco do que quero para o futuro), apesar disso, olho para o meu passado, e vejo a minha vida como um amontoado de fragmentos, num cantinho fragmentos de felicidade, conquistas, tristezas, perdas, no outro cantinho, fragmentos de família, amizades, amores, arrependimentos.
Mas ocorre, que a partir do momento em que me vi mãe ( e este momento aconteceu bem antes da Vitória se quer ser um projeto, aconteceu quando efetivamente tornei-me mãe, do meu Pequeno olhos negros, Pedro Henrique), á partir deste sublime instante, a vida passou a ser uma obra mais completa, consistente.


Renascimento

 Olhar para o passado me fez acertar o passo no presente e ajustar o foco no futuro, e está mudando  a minha expectativa para o futuro. E me fez ver que a vida que antes me parecia chata, sem graça, na realidade, era só a minha falta de traquejo para lidar com os fragmentos.
Hoje vejo a minha vida em belos e felizes retalhos, com os quais estou dando "corpo" á minha 'colcha de retalhos'.



E aprendi que na vida nada é descartável, nem os fragmentos e tão pouco os retalhos, e a única coisa capaz de realmente fazer a diferença, é a forma como eu decidi ver e viver a minha vida.


Aprendizado
Amizade

















Família


Conquista



Exemplo


Vida





Missão
Paz

Amor



Felicidade










Renovação

Extensão da família








                                          
Sabedoria




E tudo começa novamente...







"Estou com a leve impressão, de que reagi e escolhi a trilha certa!"



terça-feira, 5 de julho de 2011

Minutos que fazem toda a diferença

Trabalhar em um hospital é algo que exige muito de mim, não fisicamente, mas psicologicamente. quem conhece minha historia sabe que no hospital onde trabalho faleceram meus dois primeiros filhos, meus avós, e isso acaba sempre deixando marcas na gente.
Desde o mês passado sai do andar térreo para trabalhar diariamente na UTI, e não é nem preciso dizer que vemos coisas realmente feias na UTI, pacientes em situações críticas, e o esforço para passar por tudo isso sem desmoronar é grande.
De uns tempos para cá andei me indagando sobre quais motivos a vida teria para me colocar pra trabalhar justamente ali, naquele lugar que reabre minhas feridas e faz retornar todas as minhas dores, e umas das respostas que encontrei foi: para fazer a diferença.
Quando recebi do meu inconsciente esta resposta não entendi seu significado, até a vida colocar no meu caminho o pequeno Guilherme.
O Guilherme é filho de uma das funcionárias do hospital, portadora de algumas deficiências e muitas limitações, os 20 dias de vida, o Gui foi internado por conta de uma pneumonia, quando fui visitá-lo pela primeira vez, ele estava muito cansado, respirando com dificuldade e sem se alimentar.
 Alguns funcionários que conhecem as limitações da mãe dele, se contentaram apenas em fazer alguns comentários maldosos, do tipo, como alguém assim pode ter filho, na hora de fazer filho a deficiência nao impediu, mas ajudar mesmo que é bom, nada.
Quando vi aquele menino ali, frágil, cheio de fios e tubos, me veio na cabeça a primeira vez que vi meu filho Pedro Henrique, do quanto ele estava mal, e eu também, e pela minha condição de saúde nem pude ficar com ele o tempo que desejava. E quando olhei para aquela mãe, ali, rendida, na sua primeira experiência como mãe, e tendo que estar ali, com seu bebê doente, tendo que saber quais decisões tomar, sem nenhuma luz para guiá-la, e com seu filho correndo sérios riscos, resolvi, tenho que fazer alguma coisa.
Conversei com a mãe dele e deixei ela me contar tudo o que estava acontecendo, quais as suas dificuldades, medos, e ela reclamava de estar sempre sozinha, raras visitas e de ninguém ajudá-la.
Ai passei a ir visitá-los a cada mamada do Guilherme (deixa minha chefe saber disso), com muito prazer ajudei ela a colocar o Gui no peito, e quando ele não pegava o peito, dei a mamadeira. Ela se queixa de não aguenta-lo, a deficiência dela faz seus braços  e pernas doerem, e as vezes eles vacilam, então resolvi dar uma mãozinha nesse sentido.
Adorei ter aquele toquinho mamando em meus braços, matei um pouco da saudades. E descobri que meu colo realmente acalma e induz ao sono.
E a cada nova visita as reclamações diminuem, o sorriso ao me ver aumenta, e meu coração se põe mais em paz.
Agora sei que a minha ida ao hospital é mais um aprendizado que precisa ser entendido e vivido.
Eu que estava achando minha vida tão sem graça, encontrei em alguns minutos a graça da vida.
E entendi que dependendo de qual lado se esta, de que momento se esta vivendo, 1 minuto pode fazer toda diferença, imaginem vários.
Guilherme, obrigado pelos minutos de paz, entrega, carinho e satisfação. E me aguarde, a folga acabou e a tia aqui esta chegando.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Rumo ao 12 por 8

Estava de bobeira em frente a TV quando vi o comercial da campanha Eu sou 12 por 8 e resolvi aderir. Como uma boa hipertensa sedentária, levantei do sofá e resolvi aderir definitivamente a politica dos bons hábitos.
A alimentação por aqui já estava sendo controlada, administrada em prol a saúde, o que já me rendeu 1, 300 kg a menos para carregar e uma silhueta um pouco mais afinada, mas ainda estou longe de onde quero chegar, e não me refiro a estética. ( apesar de ter adorado os comentários sobre minhas curvinhas essa semana)
Meu objetivo é alcançar resistência física, coisa que eu tinha de sobra quando praticava esportes, a meta é subir os quatro lances de escada do hospital onde trabalho e chegar lá na UTI sem estar ofegante e desejando absurdamente que o mundo acabe em uma cadeira ou cama...rs
Antes eu não ligava para o negócio de emagrecer, não estava disposta aos sacrifícios necessários, que hoje eu entendo que não são em nada sacrifícios, afinal, como melhor e sem que isso tenha pesado no meu bolso, e ando perdendo uns quilinos sem precisar de dietas mirabolantes.
Atualmente, comemoro uma P. A. (pressão arterial) de 14 por 9, e acreditem, ainda esta alta, mas é sim motivo de comemoração, já estive com a pressão absurdamente elevada, ai quando ouvi do médico, mais uma dessas e você não escapa, quer mesmo deixar sua filha ai sozinha?
Pronto, era o que eu precisava pra sair do consultório convicta de que mudaria meus hábitos.
Estou tentando agora adotar como rotina ir trabalhar a pé ou de bicicleta, mas esse é um passo que esta muito difícil de seguir confesso, de bicicleta até que vou bem, mas a pé, meu cérebro não processa essa informação com satisfação.
Para ajudar, essa semana fui convidada a dar aulas de futebol em uma escolinha, adorei, meu diploma já estava cansado de ficar parado no fundo de uma gaveta, resolvi aceitar, não atrapalha meu trabalho no hospital e ainda aproveito pra usar a preparação das aulas pra voltar a pratica esportiva.
Meu foco é chegar ao final do ano com  a pressão a 12 por 8, como propõe a campanha.
Então, deixa eu sair de frente do PC e iniciar as tarefas do dia.
O melhor de cuidar de saúde, é que junto com ela a auto estima também melhora.
Que tal aderirmos a essa campanha? Saúde Já!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

De mãe para mãe II

Mãe, hj a saudades voltou a me visitar de uma forma gigante e estranha. Minha filha adoentada, noites e noites acordadas, e eu so queria que você estivesse aqui ao meu lado, me conduzindo e me ensinando qual o caminho para que eu curasse mais rapido minha filha.
Neste dia pesado de saudades e solidão, ouvi um texto lindo do Pe. Fabio de Melo, e dedico ele á vc.

Saudade de Mãe

Coloquei o filtro da arte naquela cena comum, e a luz - que
até então estava escondida -, veio surpreender-me com seu
poder de claridade.

A mulher simples, mãos calejadas de lida rotineira,
mulher que aprendeu a curar as dores do mundo
a partir de meus joelhos esfolados de quedas e estrepolias.
Aquela mulher, minha mãe, rosto iluminado pela labareda que tinha origem no fogão de lenha. Trazia consigo o dom de me
devolver a calma, que a vida tantas vezes insistiu em me roubar.

Aquela cena: mulher, fogão de lenha, panela preta escondendo a brancura de um arroz feito na hora. É uma das cenas mais preciosas que meu coração não soube esquecer.

Saudade de mãe é coisa sem jeito, chega quando menos
imaginamos: um cheiro, uma melodia, uma palavra... uma
imagem, e eis que o cordão do tempo,
nos convida ao retorno da infância.

Como se um fio nos costurasse de novo ao colo da mulher que primeiro nos segurou na vida e agora nos pudesse regenerar.
Saudade de mãe é ponte que nos favorece um retorno a nós mesmos;
travessia que borda uma identidade muitas vezes esquecida,
perdida na pressa que nos leva.

Saudade de mãe é devolução, é ato que restitui o que se parte;
é luz que sinaliza o local do porto,
é voz no ouvido a nos acalmar nas madrugadas de desespero e solidão,
através de uma frase simples: Dorme meu filho! Dorme!

Hoje, nesse dia em que a vida me fez criança de novo,
neste instante em que esta cena feliz tomou conta de mim,
uma única palavra eu quero dizer: Oh minha mãe, que saudade eu sinto de você!

Selinho

Sou uma novata e leiga no mundo dos blogs, mas adorei ganhar meu primeiro selinho.
Pelo que entendi, respondo algumas questões e indico um dos blogs que gosto de visitar, então, mãos a obra.
1) Linkar o blog que te indicou:
Recebi a indicação da minha amiguissima, irma Renatha, do blog
Menina Curiosa.

2) Quais são seus maiores sonhos?

Tenho que confessar que j fui muito mais sonhadora, de uns tempos pra cá passei a um conformismo que ate me incomoda. Mas como todo mundo, ainda restam bons sonhos, como o de ter  a minha própria casa, de ver minha filhota crescer com saude e ter sucesso na vida, com o principe encantado,que s vezes fica na duvida se ele existe mesmo...rs, sonho com um bom emprego, com uma viagem para fora do país eu e minha filha, são tantas coisas.

3) Para você, a aparência importa?


Confesso que não sou muito ligada na aparencia, me resumo a uma camiseta  a uma calça jeans no frio, ou uma bermuda no calor, mas gosto de me arrumar qdo é necessário, como toda mulher apesar das roupas basicas, tenho e uso, cremes, perfumes, oleos, loções, qdo o tempo permite esmalte (pq nao posso usar pra trabalhar), adoro comprar roupinhas (coisas q descobri recentemente), ando gostando de mudar aos poucos o meu visual.

4) O que é ser feliz?
Hoje posso afirmar, é o que eu sou. Sou feliz por estar viva, por ser mãe, por ser mulher, por ter um emprego, por poder admirar o por do sol, por levantar a cada manha com a certeza de missão cumprida e de mais uma missão a cumprir. Ser feliz vem de dentro para fora, é o que sou.

5) Você é uma pessoa amiga?


Durante um bom tempo busquei me afastar das pessoas, como um escudo de proteção para não me machucar, mas sou amiga assim, do tipo q gosta de se fazer presente pessoalmenrte, pro mensagem, e-mail, do tipo que diz eu te amo sem culpa e que ama intensamente o amigo, sou do tipo que quero estar junto na alegria, mas principalmente qdo meu amigo estiver passando por dificuldades, pq sera ai q ele mais precisará de mim eu também só passei a ter certeza de que eu estava no caminho certo, qdo recebi esse  belissimo recado.

6) Conte-nos 4 defeitos seu:


- Sou perfeccionista. Me sinto na obrigação de fazer e fazer bem as coisas, me frusto qdo não consigo.

- Sou tolerância zero, tenho me controlado absurdamente, mas sou, grossa ate as vezes.

-Sou autoritária.

- Sou desmemoriada...rsrs...acreditem, esqueço mutas avezes alg que acabei de fazer ou ver.


7) Conte-nos 4 qualidades sua:


- Sou comprometida com tudo aquilo que assumo fazer, ou com quem me compromete a fazer, se eu faltar a algum compromisso, acreditem, tem algo de errado acontecendo comigo.

- Sou dinâmica, e gosto dissso, de fazer varias coisas ao mesmo tempo e por fim, concluir todas sem falhas.

- Gosto de ajudar as pessoas, conhecidas ou não, idenpendente da aparência, raça, cor ou credo.

- Sei perdoar, descobri isso depois de passar por uma dolorosa traição, descobri que mais que perdoar, sei esquecer e tocar em frente.


8) Tem algum preconceito? Se sim, qual?

Humm..todos nós temos, identificar o qual é meio dificil, mas deixa eu citar um que aconteceu recentemente, me matriculei num curso de ingles, e uma das minhas companheiras de classe é uma ex presidiária, esta tudo bem, até ela declarar isso, piorou um pouco depois dela delcararo o motivo de sua prisão,mas não é que ela é gente finissima para caramba.


9) Indique outros blogs:

Manual do Pai Solteiro